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	<title>Cia. Razões Inversas &#187; Espetáculos</title>
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	<description>Cia. Razões Inversas</description>
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		<title>A Ilusão Cômica</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 18:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomarcello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em cena]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculos]]></category>

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		<description><![CDATA[Para celebrar os 21 anos de trajetória da Razões Inversas, uma das importantes companhias da cena teatral brasileira, montou em 2011 o espetáculo “A Ilusão Cômica”, clássico de francês Pierre Corneille (1606 a 1684). Inédito no Brasil, o texto tem encenação assinada por Marcio Aurelio, com tradução e adaptação de Valderez Cardoso Gomes.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/11/30/a-ilusao-comica-2/' addthis:title='A Ilusão Cômica ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Primeira montagem brasileira do texto de Corneille é assinada pela companhia Razões Inversas, com direção de Marcio Aurelio.</h3>
<p>Para celebrar os 21 anos de trajetória da <strong>Razões Inversas</strong>, uma das importantes companhias da cena teatral brasileira, montou em 2011 o espetáculo “<strong>A Ilusão Cômica</strong>”, clássico de francês <strong>Pierre Corneille</strong> (1606 a 1684). Inédito no Brasil, o texto tem encenação assinada por <strong>Marcio Aurelio</strong>, com tradução e adaptação de <strong>Valderez Cardoso Gomes</strong>.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-center colorbox-913" src="http://www.razoesinversas.com.br/wp-content/gallery/a-ilusao-comica/ilusao-comica-3.jpg" alt="A Ilusão Cômica" /></p>
<p>A <strong>Ilusão Cômica</strong> traz no elenco os atores <strong>Paulo Marcello</strong>, <strong>Joca Andreazza</strong>, <strong>Lavínia Pannunzio</strong>, <strong>Maria Stella Tobar</strong>, <strong>Clóvis Gonçalves</strong>, <strong>Gonzaga Pedrosa</strong> e <strong>Julio Machado</strong>, que contam a história do burguês Prindamante, que procura Clindor, seu filho desaparecido. Alcandro, um mago, por meio de sua arte, revela-lhe as aventuras de seu filho. Como servo do Capitão Matamouros, Clindor vê-se envolvido nas mais variadas tramas e confusões amorosas.</p>
<h2>Metateatro</h2>
<p>“A Ilusão Cômica” transita pelos diferentes gêneros como comédia, drama e tragédia, revelando o jogo de metalinguagem proposto por Corneille. Na encenação, a tradutora e dramaturga Valderez Cardoso Gomes, manteve a beleza poética do texto original, mas buscando ao mesmo tempo, torna-lo dinâmico, por meio de sua adaptação a uma linguagem contemporânea.</p>
<p>O diretor Marcio Aurelio, que há muito tempo alimentava o desejo de montar esse texto em que Corneille explora o metateatro, afirma que o “caráter absolutamente poético da peça e sua grande força dramática possibilitam que sejam levados à reflexão temas como o conhecimento, conflito entre pais e filhos, amor e relacionamentos humanos e sociais”. Ele acrescenta ainda que “além de metáforas, o texto de Corneille vai além e coloca em questão o próprio papel do teatro e sua função, provocando-nos no sentido da investigação da linguagem espetacular”.</p>
<p>Para compor a narrativa da história do burguês Prindamante, que à procura de seu desaparecido filho Clindor, recorre aos serviços do mago Alcandro, o diretor Marcio Aurelio montou o espetáculo em cinco atos. No primeiro ato, o prólogo, é apresentada a temática. Nos demais atos o desenrolar da trama transita por situações cômicas, dramáticas e trágicas. “O filho sai de um ato para outro mudando de características. O pai acompanha todos os seus passos, mas não tem acesso a ele. Será que o que está vendo é realidade?”, propõe o diretor.</p>
<h2>Sinopse</h2>
<p>O burguês Prindamante procura Clindor, seu filho desaparecido. Alcandro, o mago, por meio de sua arte, revela-lhe as aventuras de seu filho. Como servo do Capitão Matamouros, Clindor vê-se envolvido nas mais variadas tramas e confusões amorosas. O espetáculo transita pelos diferentes gêneros, drama, comédia e tragédia, revelando o jogo de metalinguagem proposto por Corneille. Ao final do espetáculo revela-se que tudo não passou de uma grande ilusão cômica e que o filho do burguês Prindamonte tornou-se ator em uma companhia teatral.</p>
<h2>Ficha Técnica</h2>
<p><strong>Direção</strong>: Marcio Aurelio<br />
<strong>Tradução e adaptação</strong>: Valderez Cardoso Gomes<br />
<strong>Elenco</strong>: Paulo Marcello, Joca Andreazza, Lavínia Pannunzio, Maria Stella Tobar, Clóvis Gonçalves, Gonzaga Pedrosa, Julio Machado, Gabriel Stippe e André Tristão<br />
<strong>Cenários</strong>: André Cortez<br />
<strong>Figurinos</strong>: Marcio Aurelio, André Cortez e Lígia Pereira<br />
<strong>Iluminação</strong>: Marcio Aurelio<br />
<strong>Trilha sonora</strong>: Daniel Maia<br />
<strong>Direção de produção</strong>: Paulo Marcello<br />
<strong>Produção Executiva</strong>: Renata Araujo<br />
<strong>Patrocínio</strong>: Banco do Brasil e Eletrobrás</p>
<p><strong>Classificação indicativa</strong>: 12 anos<br />
<strong>Duração</strong>: 90 minutos</p>
<h2>Prêmios e indicações</h2>
<ul>
<li>Prêmio APCA 2011 de melhor ator para Joca Andreazza;</li>
<li>Prêmio APCA 2011 de melhor atriz para Lavínia Pannunzio;</li>
<li>Indicação para o prêmio APCA 2011 de melhor direção;</li>
<li>Indicação para o prêmio Shell 2011 de melhor atriz para Lavínia Pannunzio;</li>
<li>Indicação para o prêmio Shell 2011 de melhor direção.</li>
</ul>
<p>Veja <strong><a href="http://www.razoesinversas.com.br/galeria-de-fotos/?album=3&amp;gallery=20">aqui</a></strong> a galeria de fotos da peça.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/11/30/a-ilusao-comica-2/' addthis:title='A Ilusão Cômica ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A Bilha Quebrada</title>
		<link>http://www.razoesinversas.com.br/2011/11/18/a-bilha-quebrada-2/</link>
		<comments>http://www.razoesinversas.com.br/2011/11/18/a-bilha-quebrada-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 21:10:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomarcello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em cena]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculos]]></category>
		<category><![CDATA[espetáculos]]></category>
		<category><![CDATA[marcio aurelio]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[No ano em que completa 21 anos de existência, a cia prossegue com seu projeto “maioridade”, desta vez revisitando uma das peças que marcaram a trajetória grupo. A nova montagem do texto clássico do alemão Heinrich von Kleist (1777 a 1811) tem direção de Marcio Aurélio e estreou dia 05 de novembro, às 21h, no Espaço Parlapatões.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/11/18/a-bilha-quebrada-2/' addthis:title='A Bilha Quebrada ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>No ano em que completa 21 anos de existência, a cia prossegue com seu projeto “maioridade”, desta vez revisitando uma das peças que marcaram a trajetória grupo. A nova montagem do texto clássico do alemão Heinrich von Kleist (1777 a 1811) tem direção de Marcio Aurélio e estreou dia 05 de novembro, às 21h, no Espaço Parlapatões.</h3>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-center colorbox-879" src="http://www.razoesinversas.com.br/wp-content/gallery/a-bilha-quebrada/a-bilha.jpg" alt="A Bilha Quebrada" /></p>
<p>No palco estão <strong>Joca Andreazza, Paulo Marcello, Lavínia Pannunzio, Maria Stella Tobar, Renata Araújo, Regina França, Washington Gonzales, Júlio Machado e Gonzaga Pedrosa </strong>, um elenco que celebra a nova geração que acompanha o trabalho da Cia.</p>
<h2>Trama</h2>
<p>Em “A Bilha Quebrada”, a ação se passa numa sala de um tribunal de uma vara distrital da comarca de Utrech, na Holanda, onde um velho, manco e careca, o juiz Adão, manda e desmanda, é uma figura asquerosa. Ele está habituado a cometer os mais diversos tipos de atrocidades, até que a comarca recebe uma inesperada visita de seu superior, o corregedor Walter, no mesmo dia em que a parteira Marta vai exigir que se encontre o responsável pela destruição de sua bilha (moringa) de estimação. A peça se passa num único cenário, o tribunal, e os fatos são revelados pouco a pouco.</p>
<p>Adão é, ao mesmo tempo, juiz e réu de um crime que tumultuou a vida de um pequeno vilarejo holandês e quase destruiu o futuro da camponesa Eva. Escrita no início do século 19, A Bilha Quebrada é um clássico do pré-romantismo e foi montada por Goethe, amigo do autor, em 1811, ano de sua publicação. Pouco tempo depois, Kleist se suicidou.</p>
<h2>Montagem</h2>
<p><strong></strong>Para o diretor Marcio Aurelio, “reencontrar esse texto nos dias de hoje é reencontrar um material cênico e poético surpreendente, capaz de fascinar o público pela inteligência do humor e da crítica social, por sua estrutura imprevisível e reveladora e, sobretudo, por sua espantosa atualidade: estamos diante de um tribunal onde o réu é ao mesmo tempo o juiz de si mesmo, uma proposta de teatro de absurdo com penetrante sentido de crítica sócio-política. Estamos frente a um insólito universo de aberta corrupção e absoluta ausência de ética ou moral, que certamente colocará o público brasileiro de hoje de olhos abertos diante de si mesmo e do país em que vive”.</p>
<p>O cenário tem a forma de um ringue de boxe e a iluminação, com luz fria, cria o clima de uma delegacia de polícia. Os figurinos incluem legítimos tamancos holandeses, junto a elementos que remetem a nosso próprio tempo, além de uma moringa feita artesanalmente. O espetáculo é calcado na qualidade dos intérpretes num jogo ágil, inteligente e revelador do excepcional texto de Kleist. As hilariantes peripécias do velho juiz dão o tom do espetáculo.</p>
<blockquote><p><em>“O texto mostra a corrupção generalizada, o falso moralismo e o amor romântico. Seu objetivo é fazer rir”, diz o diretor Marcio Aurelio.</em></p></blockquote>
<h2>Ficha técnica</h2>
<p><strong>Texto: </strong>Heinrich von Kleist<br />
<strong>Tradução e Adaptação: </strong>Companhia Razões Inversas<br />
<strong>Direção: </strong>Marcio Aurelio<br />
<strong>Assistente de Direção: </strong>Ligia Pereira<br />
<strong>Cenário, figurinos e iluminação:</strong> Marcio Aurelio<br />
<strong>Elenco: </strong>Joca Andreazza, Paulo Marcello, Lavínia Pannunzio, Maria Stella Tobar, Renata Araújo, Regina França, Washington Gonzales, Júlio Machado e Gonzaga Pedrosa<br />
<strong>Técnico de som e luz: </strong>André Lemes<br />
<strong>Produção executiva:</strong> Renata Araújo<br />
<strong>Projeto Gráfico: </strong>Paulo Marcello<br />
<strong>Fotos: </strong>Denise Braga<br />
<strong>Assessoria de Imprensa: </strong>Sylvio Novelli</p>
<h2>Prêmios e indicações</h2>
<ul>
<li>Prêmio APCA 2011 de melhor ator para Joca Andreazza;</li>
<li>Prêmio APCA 2011 de melhor atriz para Lavínia Pannunzio;</li>
<li>Indicação para o prêmio APCA 2011 de melhor direção.</li>
</ul>
<h2>Temporada no Espaço Parlapatões<br />
- de 05 de novembro a 11 de dezembro</h2>
<p>De 05 de novembro a 11 de dezembro de 2011<br />
De 07 de janeiro a 22 de janeiro de 2012<br />
Sábados às 21h e Domingos às 20h</p>
<p><strong>Teatro:</strong> 96 lugares<br />
<strong>Ingressos:</strong> R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia entrada)<br />
<strong>Classificação:</strong> 12 anos<br />
<strong>Duração:</strong> 90 minutos</p>
<p><strong>Endereço:</strong><br />
Praça Franklin Roosevelt, 158<br />
Centro – São Paulo<br />
Informações: (11)3258-4449<br />
<a href="mailto:espacoparlapatoes.@uol.com.br">espacoparlapatoes.@uol.com.br<br />
</a><a href="http://www.espacoparlapatoes.com.br/">www.espacoparlapatoes.com.br</a></p>
<p><strong>Horário de funcionamento da bilheteria:</strong> de terça a domingo das 16h00 às 22h00.<br />
Acesso e facilidades para pessoas portadoras de necessidades especiais, ar-condicionado.</p>
<p><strong>Estacionamento:</strong> convênio na Rua Nestor Pestana, 129 – Centro</p>
<h3><strong><strong>Ingressos antecipados pelo Ingresso Rápido:</strong> (11) 4003-1212 ou  <a href="http://www.ingressorapido.com.br/">www.ingressorapido.com.br</a> </strong></h3>
<h2>Informações à imprensa</h2>
<p><strong>Sylvio Novelli &#8211; Assessoria em Comunicação<br />
</strong>Com Sylvio Novelli e Fausto Cabral<br />
11 3806-1636<br />
<a href="mailto:sylvio@sylvionovelli.net">sylvio@sylvionovelli.net</a> (cel: 11 9231-3211)<br />
<a href="mailto:fausto@sylvionovelli.net">fausto@sylvionovelli.net</a>  (cel: 11 9855-8144)</p>
<p>Veja <strong><a href="http://www.razoesinversas.com.br/galeria-de-fotos/?album=3&amp;gallery=10">aqui</a></strong> a galeria de fotos da peça.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/11/18/a-bilha-quebrada-2/' addthis:title='A Bilha Quebrada ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Senhorita Else</title>
		<link>http://www.razoesinversas.com.br/2011/02/04/senhorita-else/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 18:38:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomarcello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórico]]></category>

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		<description><![CDATA[Else está passando férias em uma estância com uma tia rica e o primo. Recebe correspondência de sua mãe contando-lhe a terrível situação financeira em que se encontram. Ela deve conseguir cinqüenta mil florins para salvar sua família da ruína.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/02/04/senhorita-else/' addthis:title='Senhorita Else ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Else está passando férias em uma estância com uma tia rica e o primo. Recebe correspondência de sua mãe contando-lhe a terrível situação financeira em que se encontram. Ela deve conseguir cinqüenta mil florins para salvar sua família da ruína.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-center colorbox-727" src="http://www.razoesinversas.com.br/wp-content/gallery/senhorita-else/foto-else-programa-sumario-rgb-150dpi.jpg?1667668396" alt="Senhorita Else" /></p>
<p>Um senhor nobre, amigo dos pais e que também passa férias no mesmo hotel, é a pessoa indicada por eles para que ela interceda. Ele se propõe a fornecê-los, mas em troca pede para vê-la nua. De início, Else revolta-se, mas, desequilibrada pela situação, começa a atravessar desejos obscuros, perturbada pelas suas imagens interiores e, finalmente, cede. Mas isso se faz em público, durante uma noite, no salão de música, quando todos os hóspedes lá estão.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/02/04/senhorita-else/' addthis:title='Senhorita Else ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Torquato Tasso</title>
		<link>http://www.razoesinversas.com.br/2011/01/19/torquato-tasso/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 18:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomarcello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórico]]></category>

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		<description><![CDATA[A história da tragédia de Goethe passa-se em Belriguardo, no reino de Ferrara, na Itália. No início da peça, Torquato Tasso entrega ao Duque de Ferrara, Afonso, seu mecenas, seu poema "Jerusalém Libertada". Leonor, a princesa, comovida, coroa-o de louros. Mas o doce idílio entre Tasso e a princesa é interrompido pelo choque entre o poeta e Antônio, secretário de estado, que recusa insolentemente sua amizade.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/01/19/torquato-tasso/' addthis:title='Torquato Tasso ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A história da tragédia de Goethe passa-se em Belriguardo, no reino de Ferrara, na Itália. No início da peça, Torquato Tasso entrega ao Duque de Ferrara, Afonso, seu mecenas, seu poema &#8220;Jerusalém Libertada&#8221;. Leonor, a princesa, comovida, coroa-o de louros. Mas o doce idílio entre Tasso e a princesa é interrompido pelo choque entre o poeta e Antônio, secretário de estado, que recusa insolentemente sua amizade.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-center colorbox-609" src="http://www.razoesinversas.com.br/wp-content/gallery/torquato-tasso/foto-tasso-rgb-300dpi-2.jpg" alt="Torquato Tasso" /></p>
<p>A hostil incompreensão de Antônio, frio homem político, para o exuberante caráter do poeta, provoca a ira de Tasso que, tomado por um acesso de cólera, desembainha a espada contra o secretário.</p>
<p>O Duque Afonso ordena então que o poeta seja relegado a uma sala do castelo. Entretanto a Condessa Leonor de Scandiano, amiga e hóspede da Princesa Leonor, pede que deixem-na levar Tasso a Florença; a princesa, relutante, consente.</p>
<p>O poeta vê desmoronar-se seu mundo e suas esperanças quando, depois de ter-se despedido do Duque, encontra a Princesa Leonor e desesperado pelo adeus perde o controle e num ímpeto de amor e dor, abraça-a. Ela o repele. Tasso é confiado a Antônio, que desta vez, reconforta-o e lhe oferece sua amizade. E Tasso irrompe nas memoráveis palavras: &#8220;E se o homem emudece na dor, Deus, a mim, permitiu-me dizer como sofro.&#8221;</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/01/19/torquato-tasso/' addthis:title='Torquato Tasso ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Peça Coração</title>
		<link>http://www.razoesinversas.com.br/2011/01/19/peca-coracao/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 18:32:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomarcello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórico]]></category>

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		<description><![CDATA[Lírica substantiva, lição de anatomia, relógio do mundo. Peça Coração é um trocadilho que se impõe como imagem descarnada de um movimento de extroversão puro, alienando seu sujeito no lugar-sacrifício de sua identidade.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/01/19/peca-coracao/' addthis:title='Peça Coração ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lírica substantiva, lição de anatomia, relógio do mundo. <strong>Peça Coração</strong> é um trocadilho que se impõe como imagem descarnada de um movimento de extroversão puro, alienando seu sujeito no lugar-sacrifício de sua identidade.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-center colorbox-606" src="http://www.razoesinversas.com.br/wp-content/gallery/peca-coracao/peca-coracao.jpg?557663558" alt="Peça Coração" /></p>
<p>No seu arabesco tenso, duas vozes, e uma personagem, simulam a musicalidade da prosa banal de um encontro gratuito. Entre o cálculo interessado e a espontaneidade, sua sintaxe avança no embate sem trégua, até a morte. Sua matéria não é  o lirismo difuso, mas o foco que depura as ilusões contra a organização abstrata do mundo. Peça Coração encena em tempo real uma operação de risco, comicidade involuntária de um teatro no limite do acidente.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/01/19/peca-coracao/' addthis:title='Peça Coração ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Maligno Baal &#8211; O Social</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 18:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomarcello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórico]]></category>

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		<description><![CDATA[O texto é composto por fragmentos trabalhados por Brecht no período de 1930 a 1954, ou seja, até dois anos antes de sua morte, tendo como fio condutor a personagem Baal. Nesses fragmentos Baal pode surgir em cena sob as mais diversas formas: como um padre, um funcionário do correio, uma mulher submissa, um atravessador, como homem de estado etc.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/01/19/maligno-baal-o-social/' addthis:title='Maligno Baal &#8211; O Social ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto é composto por fragmentos trabalhados por Brecht no período de 1930 a 1954, ou seja, até dois anos antes de sua morte, tendo como fio condutor a personagem Baal. Nesses fragmentos Baal pode surgir em cena sob as mais diversas formas: como um padre, um funcionário do correio, uma mulher submissa, um atravessador, como homem de estado etc.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-center colorbox-604" src="http://www.razoesinversas.com.br/wp-content/gallery/maligno-baal-o-social/foto-baal-cmyk-300dpi-tika.jpg" alt="Maligno Baal - O Social" /></p>
<p>Baal não é mais o poeta movido apenas por seus instintos do primeiro texto de Brecht, mas sim o pensador, reflexo do próprio autor, que, através de atitudes associais, revela as relações humanas em jogos cruéis de humor irônico acentuado.</p>
<p>O espetáculo, apresentação dos diversos fragmentos, acontece em uma faixa de segurança de trânsito, onde os atores, vestidos como uma gangue de rua, interagem com o público que, sentado ao longo dos dois lados dessa faixa, como numa passarela de um desfile de moda, observa a tudo com a tranqüilidade de quem pode morrer de rir dos homens, sem ser atropelado por ninguém.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/01/19/maligno-baal-o-social/' addthis:title='Maligno Baal &#8211; O Social ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A Metafísica do Amor</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 18:29:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomarcello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórico]]></category>

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		<description><![CDATA[O espetáculo mostra um homem, um hermitão que vive no deserto, baseado na vida de Santo Antão, que em meio à uma crise, passa a relembrar sua vida e enfrentar todas as tentações da  carne, para falar sobre os princípios de vida e morte, desejo e amor e a busca desesperada de auto libertação desse [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/01/19/a-metafisica-do-amor/' addthis:title='A Metafísica do Amor ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O espetáculo mostra um homem, um hermitão que vive no deserto, baseado na vida de Santo Antão, que em meio à uma crise, passa a relembrar sua vida e enfrentar todas as tentações da  carne, para falar sobre os princípios de vida e morte, desejo e amor e a busca desesperada de auto libertação desse homem.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/01/19/a-metafisica-do-amor/' addthis:title='A Metafísica do Amor ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Prêmios da cia</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 18:26:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomarcello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prêmios]]></category>

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		<description><![CDATA[A Ilusão Cômica Conquistou o Prêmio APCA 2011 de melhor ator para Joca Andreazza e melhor atriz para Lavínia Pannunzio. Foi indicado no Prêmio APCA 2011 e no Prêmio Shell 2011  na categoria de melhor diretor e melhor atriz para Lavínia Pannunzio. A Bilha Quebrada Conquistou o Prêmio APCA 2011 de melhor ator para Joca Andreazza e [...]<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/01/19/premios/' addthis:title='Prêmios da cia ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Ilusão Cômica</strong></p>
<p>Conquistou o <strong>Prêmio APCA 2011 </strong>de melhor ator para Joca Andreazza e melhor atriz para Lavínia Pannunzio. Foi indicado no <strong>Prêmio APCA 2011 </strong>e no <strong>Prêmio Shell 2011</strong>  na categoria de melhor diretor e melhor atriz para Lavínia Pannunzio.</p>
<p><strong>A Bilha Quebrada</strong></p>
<p>Conquistou o <strong>Prêmio APCA 2011 </strong>de melhor ator para Joca Andreazza e melhor atriz para Lavínia Pannunzio e foi indicado ao <strong>Prêmio APCA 2011</strong> de melhor diretor.</p>
<p><strong>Anatomia Frozen</strong><br />
<span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; font-weight: normal;">Conquistou o </span><strong style="font-size: 13px;">Prêmio APCA</strong><span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; font-weight: normal;"> de melhor diretor, conquistou o </span><strong style="font-size: 13px;">Prêmio CPT</strong><span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; font-weight: normal;"> de melhor elenco e foi indicado ao </span><strong style="font-size: 13px;">Prêmio Shell</strong><span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; font-weight: normal;"> de melhor diretor.</span></p>
<p><strong>Agreste</strong><br />
Conquistou o <strong>Prêmio APCA</strong> de melhor espetáculo e melhor texto e conquistou o <strong>Prêmio Shell</strong> de melhor autor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/01/19/premios/' addthis:title='Prêmios da cia ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Bilha Quebrada</title>
		<link>http://www.razoesinversas.com.br/2011/01/19/a-bilha-quebrada/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 16:29:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomarcello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórico]]></category>

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		<description><![CDATA[Adão é ao mesmo tempo juiz e réu de um crime que tumultuou a vida de um pequeno vilarejo holandês e quase destruiu o futuro da camponesa Eva. <div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/01/19/a-bilha-quebrada/' addthis:title='A Bilha Quebrada ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adão é ao mesmo tempo juiz e réu de um crime que tumultuou a vida de um pequeno vilarejo holandês e quase destruiu o futuro da camponesa Eva. Esta é a trama principal da comédia A Bilha Quebrada, do alemão Heinrich von Kleist, com a Companhia Razões Inversas, dirigida por Marcio Aurelio. Escrita no início do século 19, A Bilha Quebrada é um clássico do pré-romantismo e foi montada por Goethe, amigo do autor, em 1811, ano de sua publicação. Pouco tempo depois, Kleist se suicidou.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-center colorbox-572" src="http://www.razoesinversas.com.br/wp-content/gallery/a-bilha-quebrada/a-bilha.jpg" alt="A Bilha Quebrada" /></p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/01/19/a-bilha-quebrada/' addthis:title='A Bilha Quebrada ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>A Arte da Comédia</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 16:28:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulomarcello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórico]]></category>

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		<description><![CDATA[Oreste Campese é um ator, dono do teatro “Barracão” que se incendiou, numa pequena cidade do interior da Itália. A fim de obter apoio para sua companhia, Campese procura o novo administrador municipal (Prefeito), que acaba de chegar à cidade para tomar posse naquele dia. De Caro, o novo prefeito, decide receber o ator pensando em divertir-se um pouco.<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/01/19/a-arte-da-comedia/' addthis:title='A Arte da Comédia ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oreste Campese é um ator, dono do teatro “Barracão” que se incendiou, numa pequena cidade do interior da Itália. A fim de obter apoio para sua companhia, Campese procura o novo administrador municipal (Prefeito), que acaba de chegar à cidade para tomar posse naquele dia. De Caro, o novo prefeito, decide receber o ator pensando em divertir-se um pouco.</p>
<p><img class="ngg-singlepic ngg-center colorbox-570" src="http://www.razoesinversas.com.br/wp-content/gallery/a-arte-da-comedia/foto-arte-da-comedia-300dpi-rgb-02.jpg?1359022223" alt="A Arte da Comédia" /></p>
<p>Após uma forte discussão sobre teatro entre os dois, De Caro expulsa Campese, que leva consigo a lista das personalidades que deverão ser recebidas em audiência na prefeitura.</p>
<p>A partir de então, começam a passar diante do prefeito, os mais diversos personagens, com suas histórias bizarras, enquanto o prefeito e seu secretário tentam descobrir de todas as formas se aquelas pessoas são quem dizem ser ou se são atores disfarçados do “Barracão”.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style addthis_" addthis:url='http://www.razoesinversas.com.br/2011/01/19/a-arte-da-comedia/' addthis:title='A Arte da Comédia ' ><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a><a class="addthis_button_compact"></a></div>]]></content:encoded>
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